A LUZ QUE LIBERTA

Como dobrar a cerviz de um execrável vingador, insensível às dores humanas, que se projeta em sua vítima de forma odiosa e rancorosa?

Quando a imaginação humana se vê impotente, achando que os métodos persuasivos da espiritualidade se esgotaram, constatamos que existem infinitas formas de convencimento, que sequer concebíamos. Fique claro que estamos falando somente de metodologias de recuperação alusivas ao planeta Terra e ao seu correspondente nível evolutivo. Imaginemos por esse universo afora…

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O que fazer?

O que fazer com espíritos que não se reconciliam e continuam desafiando as regras da vida? Que destino podem ter as criaturas que insistem em medir forças com o Criador? O que fazer com quem combate a má luta, tripudiando nos tormentos dos seus semelhantes? Que destino está reservado aos que insistem em lançar lodo e treva no caminho de seus semelhantes?

Antes de responder essas perguntas, amigo leitor, quero confidenciar-lhe uma experiência de meus verdes anos de juventude. Eu assistia a uma palestra no Centro Espírita Amor e Caridade de Bauru, quando fui surpreendido com a seguinte síntese, sobre o desamor que alimentamos em relação ao próximo:

Preocupamo-nos muito mais com a dor da nossa cutícula, do que com o câncer do nosso vizinho.

         (Texto adaptado do livro SOB A LUZ QUE LIBERTA, de Sidney Fernandes)


Autor: Sidney Fernandes

http://www.sidneyfernandes.com.br/artigos